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> Arquitectura
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| Sinopse:
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As cidades debatem-se hoje com problemas complexos que, tal como na Lisboa de Fialho de Almeida, não ficam resolvidos, magicamente, com a edificação pontual de objectos “artísticos”, mais ou menos interessantes, mais ou menos extravagantes, mais ou menos originais, sempre isolados e algumas vezes arrogantes e pouco solidários.
Ontem, Fialho reclamava “estátuas” para esconder do visitante o que considerava uma Lisboa “monótona”, “sem cúpulas nem torrelas”; os autarcas contemporâneos decoram rotundas, patrimonializam zonas históricas, dispersam casuísticos canteiros por bairros monofuncionais e “pietonizam” as ruas mais centrais, apoiando-se num mesmo raciocínio: alindar, superficialmente, a cidade, para alegria de turistas e suporte de comércio, incompreendendo a sua génese, estrutura, valores, capacidades, só olhando à sua imagem.
Manuel Graça Dias tenta ler “Lisboa Monumental” inserida no contexto cultural da época (1906), e, negando recorrer à facilidade das analogias históricas, tenta ler, também, o nosso tempo, lendo, com ele, e através dele, outras ideias de Fialho.
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